Campanha do CNJ vai mostrar papel das auditorias internas na gestão do Judiciário
Para valorizar a atividade e ampliar a compreensão sobre seu papel estratégico no âmbito do Poder Judiciário, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) promove, ao longo de maio de 2026, a campanha “Maio da Auditoria Interna”. A iniciativa é conduzida pela Secretaria de Auditoria (SAU) do CNJ e integra o movimento internacional liderado pelo The Institute of Internal Auditors (IIA), que reconhece o período como o Mês de Conscientização da Auditoria Interna.
A campanha busca ampliar a percepção sobre a auditoria interna para além da atuação de avaliação, destacando sua função preventiva, consultiva e de apoio à gestão. Nesse sentido, a auditoria atua como parceira da Administração na identificação de riscos, no aprimoramento de processos e no fortalecimento da governança institucional.
Ao longo do mês, serão promovidas ações educativas, por meio de conteúdos que explicam aspectos técnicos de auditoria em linguagem simples. O material será publicado nas redes sociais do CNJ, no portal do órgão e, também, para o público interno do Conselho. A proposta é aproximar conceitos relacionados à auditoria interna da rotina de servidores e gestores e no cotidiano de quem procura a Justiça, incentivando uma cultura voltada à melhoria contínua, à integridade e à transparência.
O movimento também reforça o papel do CNJ na consolidação do Sistema de Auditoria Interna do Poder Judiciário (SIAUD-Jud), instituído pela Resolução CNJ n. 308/2020. O SIAUD-Jud funciona como uma rede de governança das unidades de auditoria de todo o Judiciário para a atuação a partir de diretrizes únicas com base em princípios como independência, objetividade e foco em governança e gestão de riscos. Nesse contexto, o Conselho trabalha como articulador de boas práticas e indutor do fortalecimento da auditoria interna na Justiça.
A expectativa é que a campanha contribua para ampliar o entendimento sobre a importância da Auditoria Interna, estimular a colaboração entre áreas e consolidar a atividade como função essencial à boa governança pública no Poder Judiciário.
Texto: Thays Rosário
Edição: Sarah Barros
Agência CNJ de Notícias
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