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GE de Bauru discute “Desafios para o Ministério Público contemporâneo”

O encontro aconteceu na sede do MPSP da cidade O Grupo de Estudos Mário de Moura e Albuquerque, de Bauru, esteve reunido no último sábado (26/9) na sede do MP da cidade para debater o tema “Desafios para o Ministério Público”. A reunião teve as palestras do Subprocurador-Geral de Justiça de Relações Institucionais, Membro do Órgão Especial do Colégio de Procuradores de Justiça e Diretor de Acompanhamento Legislativo da Associação Paulista do Ministério Público (APMP), Arthur Pinto de Lemos Junior, e do Procurador de Justiça do MPSP e 1° Vice-Presidente da APMP, Francisco Antonio Gnipper Cirillo.Primeiramente, Arthur de Lemos Junior apresentou uma agenda de transformação institucional do MP a partir de problemas que coincidem com a atividade-fim. A ideia condutora foi a necessidade de superar uma atuação reativa e fragmentada, avançando para modelos preventivos, estruturados, tecnológicos e orientados por dados.A exposição do Subprocurador-Geral partiu de seis eixos principais: mudanças climáticas e gestão de crises; organizações criminosas e recuperação de ativos; inteligência artificial e infraestrutura tecnológica; proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital; jurimetria e observatórios institucionais; e prevenção da violência doméstica.Em seguida, Francisco Cirillo apresentou o quadro atual da política remuneratória, dos pagamentos, dos passivos e a atuação da APMP nesse cenário, além de refletir sobre a imagem institucional do MP, inteligência artificial e perspectivas de futuro.O 1° Vice-Presidente da APMP ressaltou a necessidade de recuperação da imagem institucional do MP e de uma comunicação mais clara à sociedade sobre resultados concretos da atuação dos membros. Foi abordado também sobre o impacto da IA na rotina funcional, sustentando que a redução do trabalho repetitivo poderá devolver ao membro maior disponibilidade para exercer seu papel de agente político.Os palestrantes concluíram que o Ministério Público, de forma geral, precisa antecipar os riscos, organizar conhecimento, utilizar tecnologia de modo responsável e criar estruturas capazes de transformar informação em ação.A reunião contou com mais de 30 pessoas e teve a participação do Promotor de Justiça do MPSP, Diretor de Previdência da APMP e Coordenador-Geral dos Grupos de Estudos, Antonio Henrique Samponi Barreiros, e da Promotora de Justiça do MPSP e Coordenadora-Regional do GE, Paula Garmes Reginato Coube, responsável pelos convites aos palestrantes.

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